sexta-feira, 24 de junho de 2016

BIBLIA ROMENA DIZ QUE ZEUS É DEUS...!!


BERESHEET  1;
1 Beresheeth bara Ulhim Alef-Taf  ha shamayim
v-et ha-aretz.
2 E a terra era sem forma, e vazia. E as trevas estavam
sobre a face do abismo. E o Rukha de Ulhim movia-se

sobre a face das mayim.
Escritura Hebraica!

Genes  1 -1No principio criou Deus  os  ceus e  a terra. 
2 E a terra  era  sem forma e vazia.
 e havia trevas  sobre a  facve  do abismo; e o espirito de Deus  se movia  sobre a face  das aguas.

Biblia Almeida corrigi






ROMANIAN  BIBLE  Cornilescu  VERSION.

VEJAM  COMO  ESSA BIBLIA ROMENA  FALA CLARAMENTE  QUE  ZEUS  É  DEUS...!!!

Dumitru Cornilescu (04 de abril de 1891 - 1975), foi um romeno arquidiácono que escreveu uma tradução popular da Bíblia para o romeno, publicado em 1921. Ele se tornou um Ortodoxa Romena , em seguida, um protestante padre. A tradução de Cornilescu é a versão mais popular da Bíblia entre os protestantes romenos.




Dumitru Cornilescu
nasceu em Slaşoma , mehedinţi , filho de um professor. Ambos os seus avós eram sacerdotes ortodoxos. Ele estudou no Seminário Central desde 1904, tornando-se rapidamente conhecido pela sua diligência acadêmica. [1] Ele sentiu que as versões romenas da Bíblia, nomeadamente a existente Bíblia Bucareste de 1688 , foram escritos em uma forma arcaica da língua e que um moderno versão foi mal necessário. Em 1913 ele se tornou um tutor língua romena ao Rev. John Howard Adeney que era o sacerdote anglicano em Bucareste, e também agente para a Bíblica Britânica e Estrangeira Society(BFBS), e, desta forma Cornilescu começou um relacionamento com a Sociedade Bíblica. Em 1914 Cornilescu se tornou um monge para que ele pudesse se concentrar em tradução. Seu trabalho foi apoiado financeiramente pela Princesa Ralu Callimachi, um moldavo nobre, que também era um defensor da Sociedade Bíblica. Sua versão dos Salmos apareceu em 1920, seguido do Novo Testamento em 1921 e, mais tarde, no mesmo ano, a Bíblia completa. [2] A impressão foi pago através de amigos Sociedade Bíblica na Suíça e Inglaterra.

Ivonil Ferreira  d e Carvalho

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Festas Juninas! Festas de Solstício







Festas Juninas! Festas de Solstício - 

Juno e Tamuz! Os SOLSTÍCIOS de  VERÃO no hemisfério norte coincide com o SOLSTÍCIO de  INVERNO no hemisfério sul! Festas do Eterno marcadas no céu! Como uma maneira de dar novo significado às Festas Fixas ordenadas pelo Eterno Yahveh, que eram regidas pelo sol e a lua, relacionados à vida agrícola, e aos Equinócios nas estações de Primavera – as Festas do primeiro mês -  Abibie  e ao sétimo mês – Tisry, (meses que tem seu início na primeira lua nova após o Equinócio); os meses de junho e dezembro são festas regidas pelos Solstícios  - incorporadas ao calendário cristão, romano e papal com o nome de gregoriano,– o solstício de verão (no hemisfério norte – porque todas as festas vieram de lá) em  como comemoração a Juno – deusa greco romana esposa de Zeus (Júpter) e ao nascimento de São “João Batista”;  e no solstício de inverno ao nascimento de Tamuz – (baal Bereth). No hemisfério norte,  a diferença entre as estações é bem marcada por um contraponto: o solstício de verão – dia com maior duração da luminosidade do sol (21 de junho) –, e seis meses depois, o solstício de inverno – dia menos beneficiado pela luz solar (21 de dezembro). Entre os mais importantes cultos solares, registrava-se por toda a Europa a queima noturna de fogueiras no solstício de verão, para festejar a vitória da luz e do calor sobre a escuridão e o frio. A Igreja Católica adotou esses marcos cósmicos, atribuindo aos primos João e Jesus dois momentos de honra para seus nascimentos: o primeiro, perto do solstício de verão; o segundo, perto do solstício de inverno", explica Luciana Chianca  que é professora de Antropologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e autora do livro A festa do interior (Natal: EDUFRN, 2006). SOLTÍCIO DE VERÃO (NO HEMISFÉRIO NORTE) – FESTA EM HOMENAGEM A JUNO – ESPOSA DE ZEUS Antes da evangelização da Europa, na Idade Média, as fogueiras eram utilizadas em rituais pagãos, que celebravam a chegada do solstício de verão no Hemisfério Norte De origem europeia, as fogueiras joaninas fazem parte da antiga tradição pagã, de celebrar o solstício de Verão. Juno Sospita, reprodução no Museu Pushkin, baseada no original nos Museus Vaticanos Na mitologia romana, Juno  é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses (na Grécia sua equivalente é Hera e o equivalente a Júpter, é Zeus). Eles se casaram após Juno fazer acontecer uma enorme tempestade, Júpiter viu, admirou o talento da jovem, e a tornou Rainha do céu e concedeu sua mão. É representada pelo pavão, sua ave favorita. Íris era sua servente e mensageira. Sua equivalente na mitologia grega é Hera. O sexto mês do ano, junho tem esse nome em sua homenagem.   
 Greek Mythology  Cícero, De Natura Deorum, Capítulo XXI.A fogueira do dia de 24 de Junho, tornou-se pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias. A igreja católica confere a João Batista um lugar de honra entre os santos católicos.Uma lenda católica, cristianizando a fogueira pagã estival, afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do Verão Europeu, tinha as suas raízes num acordo feito pelas primas Maria e Isabel.  Esta teria de fazer uma fogueira no cimo do monte, para avisar que estava prestes a nascer o seu filho (João Baptista); assim Maria iria em seu auxílio. - O que não passa de uma lenda, já que Yochanam (João) nasceu no primeiro mês Abibe - que se inicia com a lua nova depois do Equinócio entre Março e a Abril) A manifestação popular em louvor aos santos Antônio, João e Pedro é parte das raízes culturais, estas tais  homenagens revelam quanta devoção existe por trás das festas (religiosas /e profanas), que se realizam durante o mês de junho. “A fogueira está queimando, em homenagem a São João…”, entre os três, este santo detém o maior número de devotos, segundo a crença popular, ele é responsável pela colheita de milho e feijão que se verifica na época, e mesmo quando não há fartura, o santo é homenageado com muita fé e festa. 
Juno Sospita, reprodução no Museu Pushkin, 
baseada no original nos Museus Vaticanos

SOLTÍCIO DE INVERNO (NO HEMISFÉRIO NORTE) – FESTA EM HOMENAGEM A TAMUZ ERA “BAAL-BERETH Na Roma pagã a festividade de 25 de dezembro (solstício) era chamada Natalis Solis Invicti, o “nascimento do Invencível Sol”. O deus Sol, a deusa mãe e, o seu filho, segundo a mitologia babilônica, foram misticamente transformados em árvores. Ninrode, deificado como o deus Sol foi simbolizado por um grande pinheiro desgalhado de todos os seus ramos e cortado quase até o chão. Outro nome para Tamuz era “Baal-bereth”, que significa “Senhor da árvore de pinho” (Alexander Hislop, The Two Babylons, págs. 93 e 98). Os pagãos egípcios e persas também observavam o dia 25 de dezembro - (solstício) como o aniversário do deus deles. Segundo a mitologia babilônica Ninrode morreu ainda jovem, mas, a sua morte devia ser vingada pela encarnação do seu filho Tamuz, que nasceu no solstício do inverno, 25 de dezembro. Sob a influência do Imperador Constantino, a Igreja de Roma, por volta do ano 330 d.C., estabeleceu o dia 25 de dezembro como a celebração do nascimento de “Jesus”, e, no final do século IV o costume romano já se tinha tornado quase universal. A Igreja de Roma continua promovendo o Natal, espalhando-o por todo o mundo e em todas as igrejas cristãs. A adoração desse messias pagão veio diretamente de Babilônia, passando por Roma imperial, depois Roma papal, e, finalmente, tornou-se um legado da cristandade mundial. Conclusão: As mesmas pessoas que não aceitam as Festas do Eterno, dizendo que isto é coisa do “velho testamento”, que não tem mais validade, e que todas estas Festas Fixas foram abolidas na “cruz” – que a lua nova não mais rege o tempo, estas, que ignoram as regras do Eterno para marcar os tempos…. geralmente são as mesmas  pessoas que se rendem as festividades dos soltícios nas comemorações greco romanas da igreja católica! E você onde está?

Ivonil  Frreira  de Carvalho
 Diná Soares

terça-feira, 21 de junho de 2016

JOGOS OLÍMPICOS - HOMENAGEM A ZEUS!




JOGOS OLÍMPICOS - HOMENAGEM A ZEUS!

 Os Jogos Olímpicos começaram em 776 a.C. em Olímpia, na Grécia antiga, e duraram por mais de mil anos. Entretanto, o evento religioso que deu origem aos Jogos é bem mais antigo podendo datar do século 13 a.C. Tal qual a Olimpíada moderna, os jogos eram realizados de 4 em 4 anos. Porém eles sempre aconteciam em Olímpia, os esportes eram menos numerosos e só podiam participar homens que falassem o idioma grego. Com o domínio romano sobre os gregos os Jogos Olímpicos foram perdendo sua identidade. Na época do Imperador Nero, no lugar de cidadãos livres, escravos assaram a competir por suas vidas contra animais selvagens... FOGO DE ZEUS!!! Na Antiguidade, o fogo era considerado sagrado por muitos povos, incluindo os gregos, que tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu que o roubara de Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Héstia na cidade de Olímpia. Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à Antiguidade, quando se efetuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimônias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o privilégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício. (Fonte: Wikipedia) Só meuip.co podemos concluir que os Jogos Olímpicos da Antiguidade era em homenagem a Zeus. E hoje? As pessoas sabem disso? Estas homenagens requeriam sacrifícios de animais e vidas humanas. E hoje?  Zeus é Deus, Deus é Zeus... O ídolo maior do panteão greco romano. Não me admira que todos os atletas dedicam suas vitórias e Deus (Zeus) ... Fora que os mais bem sucedidos nas suas áreas esportivas acabam virando o que? Ídolos! "Ídolos do Esporte!" uma expressão bem conhecida por todos...


 Há o ídolo maior - Zeus, e os ídolos menores. O Panteão atual está formado! Séria reflexão para os filhos de Yahveh! Devemos olhar atentamente ao nosso redor e discernir o que está acontecendo, e que posição estamos tomando em relação a tudo que nos cerca! As Escrituras dizem bem claramente: "Tu não terás outro Ulhim diante de Minha face. Tu não farás para ti qualquer imagem de escultura, ou qualquer semelhança de qualquer coisa que está acima nos shamayim, ou que esteja embaixo na terra, ou que esteja nas mayim debaixo da terra: Tu não ti encurvarás a ti mesmo a elas, nem as servirás: pois Eu יהוה teu Soberano zeloso, visitando a iniquidade dos ahvot sobre os filhos até a terceira e quarta geração daqueles que Me odeiam; e mostro rachamim para milhares daqueles que Me amam, e shomer Meus mitzvoth "Não terás outros deuses diante de Mim!" Shemoth (Êxodo) 22: 4 e 5


 


Ivonil ferreira d e Carvalho
Diná soares

segunda-feira, 13 de junho de 2016

CHAG SEMEACH SHAVUOT







A importância da CHAG SHAVUOT - Festa Fixa do terceiro mês! O dia 14 de Abibe - dia da morte do primeiro cordeiro, foi relembrado por Adão (Adam) e sua esposa Havah (Eva) e passado a descendência de Sete, chegando até Avraham (Abraão) revivido no dia que Isaque foi oferecido como prefiguração do sacrifício do Salvador, e enfim, a promessa feita em Gên. 15:13, se cumpre em Êxodo 12:41 na Pessach, (os 30 anos de diferença refere-se  ao tempo entre promessa e nascimento de Isaque para início da contagem dos 400 anos da descendência). Neste ano, tempo determinados por Yahveh, o povo sai do Egito como uma nação escolhida, para ser moldada à um propósito muito importante. Tudo dentro da cronologia do Eterno, em tempo determinado! Dia 14 do primeiro mês naquele ano a “Pessach", o cordeiro foi morto e o sangue espargido nos umbrais das portas do povo de Yahshorul (Israel). O povo foi liberto,  e a peregrinação teve seu início - Viajaram até Mara, de Mara a Elim, De Elim a Sim, de Sim a Refdim, e de Refdim a Horebe. DE REFDIM AO DESERTO DE SINAI -O CENÁRIO DO TERCEIRO MÊS: Ao terceiro mês da saída dos filhos de Yahshorul (Israel) da terra do Egito, no primeiro dia deste mês chegaram ao deserto de Sinai, Porque partiram de Refidim e entraram no deserto de Sinai, onde se acamparam. Yahshorul (Israel) pois, ali se acampou em frente ao monte. Êxodo 19:1,2 De Refidim o povo continuou viagem, seguindo o movimento da coluna de nuvem. Sua rota seguia através de áridas planícies, íngremes encostas, e desfiladeiros rochosos. 



Frequentemente, quando atravessavam as incultas regiões arenosas, viam diante de si montanhas escabrosas, semelhantes a gigantescos baluartes, amontoados diretamente através de seu percurso, e parecendo vedar de todo o prosseguimento. Mas, aproximando-se eles, apareciam aqui e acolá aberturas na muralha montanhosa, e, para além, outra planície abria-se-lhes à vista. Através de uma dessas profundas e pedregosas passagens, eram então conduzidos. Era uma cena grandiosa e impressionante.

 Entre as escarpas rochosas que se erguiam a centenas de metros de cada lado, fluíam qual maré viva, até onde podia atingir a vista, as hostes de Yahshorul (Israel) com seus rebanhos e gado. E agora, diante deles, com solene majestade, erguia o Monte Sinai a fronte maciça. A coluna de nuvem repousou em seu cume, e o povo, embaixo, espalhou suas tendas pela planície. Ali seria a sua morada durante quase um ano. À noite, a coluna de fogo assegurou-lhes a proteção divina; e, enquanto estavam entregues ao sono, o pão do Céu caía suavemente sobre o acampamento...  Mehushuah (Moisés) sobe ao monte uma primeira vez:  Logo depois de se acamparem no Sinai, Mehushuah (Moisés) foi chamado à montanha a encontrar-se com o Eterno. Sozinho subiu a íngreme e áspera vereda, e aproximou-se da nuvem que assinalava o lugar da presença de Yahveh. Yahshorul (Israel) ia ser agora tomado em uma relação íntima e peculiar para com o Altíssimo ... Mehushuah (Moisés)  voltou ao acampamento, e, tendo convocado os anciãos de Yahshorul (Israel), repetiu-lhes a mensagem divina. Sua resposta foi: “Tudo o que o Senhor tem falado, faremos.”   Mehushuah (Moisés)  sobe ao monte uma segunda vez:  De novo seu líder subiu a montanha; e o Senhor lhe disse: “Eis que Eu virei a ti numa nuvem espessa, para que o povo ouça, falando Eu contigo, e para que também te creiam eternamente.” O Senhor disse a Mehushuah (Moisés) : “Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã, e lavem eles os seus vestidos; e estejam prontos para o terceiro dia; porquanto no terceiro dia o Senhor descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o Monte Sinai.” Dado o recado ao povo Moisés (Mehushuah) sobe ao monte, desta vez para receber os mandamentos. O dia da Lua Nova é sempre o primeiro dia do mês, a porta do átrio devia estar aberta como explica Ezequiel 46: 1 a 3 - no dia depois da lua nova começava a contagem dos 6 dias de trabalho, no 6º dia, normalmente um dia de preparação física, onde as roupas e o ambiente da casa devem estar limpos, e a comida preparada, lá ao pé do Sinai naquele dia deveria haver mais dum dia de preparação (o shabat) um dia de preparação espiritual, jejum e oração, exame do coração a fim de que o coração deles fosse limpo de toda iniquidade. A preparação fora feita, conforme o mandado; e, em obediência a outra ordem, determinou  Mehushuah (Moisés)  que fosse colocado um obstáculo em redor do monte, para que nem homem nem animal pudesse introduzir-se no recinto sagrado. Se algum se arriscasse a tão-somente tocá-lo, o castigo seria a morte instantânea. 

CINQUENTA DIAS PASSADOS NO DESERTO... Na manhã do terceiro dia, volvendo-se os olhares de todo o povo para o monte, o cimo deste estava coberto de uma nuvem densa, que se tornou mais negra e compacta, descendo até que toda a montanha foi envolta em trevas e terrível mistério. Então se ouviu um som como de trombeta, convocando o povo para encontrar-se com Yahveh; e Mehushuah (Moisés)  guiou-os ao pé da montanha. Da espessa treva chamejavam  vívidos relâmpagos, dinheiro enquanto os ribombos do trovão ecoavam e tornavam a ecoar por entre as montanhas circunvizinhas. “E todo o Monte de Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e o seu fumo subiu como fumo de um forno, e todo o monte tremia grandemente.” “A glória do Senhor era como fogo devorador no cume do monte”, à vista da multidão congregada. “E o sonido da buzina ia crescendo em grande maneira.” Tão terríveis eram os sinais da presença de Yahveh que as hostes de Yahshorul (Israel)  tremeram de medo, e caíram prostrados perante o Senhor. Mesmo Mehushuah (Moisés)  exclamou: “Estou todo assombrado, e tremendo”. Hebreus 12:21. E então cessaram os trovões; não mais se ouviu a trombeta; a terra ficou calada. Houve um tempo de solene silêncio, e então se ouviu a voz de Yah. Falando da espessa escuridão que O envolvia, encontrando-Se Ele sobre o monte, rodeado de um acompanhamento de anjos, o Senhor deu a conhecer a Sua lei. Mehushuah (Moisés), descrevendo esta cena, diz: “O Senhor veio de Sinai, e lhes subiu de Seir; resplandeceu desde o monte Parã, e veio com dez milhares de santos; à Sua direita havia para eles o fogo da lei. Na verdade ama os povos; todos os Seus santos estão na Tua mão; postos serão no meio, entre os Teus pés, cada um receberá das Tuas palavras”. Deuteronômio 33:2,3. Yahveh revelou-Se não somente na terrível majestade de juiz e legislador, mas como um compassivo guarda de Seu povo: “Eu sou Yahveh teu Ulhim , que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão”. Êxodo 20:2. Aquele a quem já haviam conhecido como seu guia e libertador, que os trouxera do Egito, preparando-lhes caminho através do mar e subvertendo Faraó e seus exércitos, que assim Se mostrara superior a todos os deuses do Egito, Esse era o que agora falava a Sua lei. A instrução não fora proferida naquela ocasião exclusivamente para o benefício dos hebreus.  Yahveh os honrou, fazendo deles os guardas e conservadores de Sua lei, mas esta deveria ser considerada como um depósito sagrado para todo o mundo. 

Os preceitos do Decálogo são adaptados a toda a humanidade, e foram dados para a instrução e governo de todos. Dez preceitos breves, compreensivos, e dotados de autoridade, abrangem os deveres do homem para com Yahveh e seus semelhantes; e todos baseados no grande princípio fundamental do amor. “Amarás a Yahveh  teu Ulhim  de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo”. Lucas 10:27; Deuteronômio 6:4, 5; Levítico 19:18.  Neste dia naquela montanha fumegante, completava-se 50 dias após a Chag Bikurim (Festa das Primícias) o céu desceu até a terra no dia que Yahveh deu o aseret hadibrot (os dez mandamentos). Naquela região,  nesta época acontecia também a chuva temporã, um evento representativo da conversão que o rukha kadosch do Eterno efetua no coração de seus escolhidos. A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Yahveh do que a que assinalou o seu início. As profecias que se cumpriram no derramamento da chuva temporã no início do evangelho, devem novamente cumprir-se na chuva serôdia, no final do mesmo. "E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no Senhor vosso Yahveh, porque Ele vos dará ensinador de justiça, e fará descer a chuva, a temporã e a serôdia." Joel 2:23. 
"E nos últimos dias acontecerá, diz Yahveh, que do Meu Ruach derramarei sobre toda a carne." "E acontecerá que todo aquele que invocar o nome de Yahveh será salvo." Atos 2:17 e 21. No ano 31 de nossa era, neste mesmo dia o céu se aproxima novamente com a descida do rukha kadosch como línguas de fogo, sob os discípulos reunídos na Festa de Shavuot (semanas ou pentecostes) trazendo compreesão das coisas concernentes ao Mashyah  naquele primeiro mês onde como Cordeiro de Yahveh se ofereceu no calvário, no dia 14 de Abibe, dia da pessach (páscoa) fazendo cesssar os sacrifícios. Qual a importância desta data hoje? Depois da morte do Mashyah, por ordem dele mesmo, os discípulos se reuniram no templo  como de costume no dia da Chag Sahvuot (Festa das Semanas) – portanto não faz sentido os que dizem que as Festas cessaram depois da morte de Yahshuah. Há bençãos nos dias de Festas Fixas do Eterno, em cada uma delas Yahveh traz presentes especiais  aos seus filhos que obedecem suas ordens. Dia de Chag Sahvuot: ·         Os mandamentos foram entregues. ·         O ruakha ou ruach kadosch desceu como vento, e no formato de línguas de fogo. ·         Tempo da chuva temporã. Não se deve negligenciar a favor representado pela chuva temporã. Só os que estiverem vivendo de acordo com a luz que têm recebido poderão receber maior luz. Chag Sahvuot, relembre e receba em seus coração e vida os mitzavot e a chuva temporã do rukha kadosch de Yahveh! utilizados trechos do livro Patriarcas e Profetas - cap. 26 e 7

Ivonil Ferreira  de Carvalho
  Diná Soares

sábado, 11 de junho de 2016

AFASTA-TE DOS TAIS...!!!!!!






Ninguem pode amar a dois senhores; porque ou há de odiar um e
Amar  outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro; Não podeis amar a Yahweh e a Mamom...haverá homens amantes de si mesmos...
cuidando que a piedade seja caso de ganho
desses afasta-te...Mattytiahu=mateus 6,24. 1ª Tim,6,5.


  Deveras o meu povo está louco...são filhos néscios e não entendidos...visto que pisais o pobre e dele exigis um tributo "Dizimo" eque arrancais a pele de cima deles, e a sua carne de cima de seus ossos...e que comeis a carne do povo...e que...faz errar o meu povo; que mordem com os seus dentes e clamam paz!...mas contra aquele que nada lhes mete na boca, preparam guerra; Amós 5,11; e Mikeias 3,2-5.



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Ivonil Ferreira de Carvalho
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segunda-feira, 6 de junho de 2016

SOL E A LUA...CRIADOS NO QUATRO DIA?



“UMA COMPREENSÃO RAZOAVEL E DEVERAS PONDERADA SOBRE A CRIAÇÃO  DOS ASTROS  EM BERESHET (GENESIS) PELO CRIADOR ETERNO YAHVEH."
A narrativa de que os luminares foram feitos no quarto dia é em sentido figurado...não existe dia e noite sem sol e lua, caso esses tivessem sidos feitos no 4º dia, não teria logico havido os 3 dias iniciais! Pq não existiam m sol e lua para marca-los!
Como O Criador Yahveh poderia ter criado a Terra ANTES do Sol ?
Se a Terra é mais nova do que o Sol? 
E a astronomia explica que, QUANDO ALGUM PLANETA GIRA AO REDOR DE UM SOL É POR QUE O PLANETA SURGIU DEPOIS DO SOL...
Vai depender muito do ponto em que se encontra o narrador! 

A narrativa de Bereshit ou Genesis a respeito da Criação da Terra parte da perspectiva de quem se encontra no Planeta Terra e não de quem esta no Espaço Sideral. 

Se olharmos como o planeta Terra foi se formando segundo a ciência, poderemos ver correlatos com as narrativas de Bereshit (Gênesis) de forma sutil. 


Fora a questão eqüidistante de Tempo de ocorrência podemos perceber detalhes que só podem ser explicados na Narrativa a partir do ponto de vista de quem esta inserido no contexto da ocorrência!
 Sabe-se que na atmosfera original da Terra havia grande quantidade de gases tóxicos, que foram substituídos gradualmente por grandes porções de oxigênio gerado a partir da proliferação dos primeiros seres fotossintéticos. 

Mas este processo foi lento. Vale ressaltar que a Luz podia penetrar, e a vida foi gerara a partir do surgimento o Oxigênio que surgia gradativamente. 

A idéia do surgimento do Sol e da Lua ocorrem segundo o livro de Bereshit simultaneamente. 

Por que? Qual o argumento para tal narrativa? 

Exatamente aqui que eu quero chegar, pois é neste ponto que pode-se entender como foi feita a narrativa do Texto. E isto pesa e muito na interpretação de textos religiosos da Literatura Judaica, pois são quase todos com a mesma característica!


Podemos perceber que tal surgimento é descrito em uma visão de dentro para fora, ou seja, a partir do ponto de vista de quem se encontra no planeta Terra. - E isto faz muita diferença! 

Se a visão descreve a partir do Espaço Sideral seria então necessário descrever o Surgimento de Toda a Galáxia! 
Mas o foco é a Terra, e sendo a Terra temos que considerar a visão de quando Sol, Lua e Estrelas se tornaram visíveis, e, o mais importante, REFERENCIAS para datar o Tempo. 

É isto o que é dito em “E disse Yahveh: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para SINAIS e para ESTAÇOES, e para DIAS e ANOS;” 

A Luz podia penetrar por uma camada de nuvens de poeira. Efeito semelhante temos quando existem dias chuvosos!

O dia recebe claridade, mas a visão do Sol é ofuscada. 

Portanto a formação vegetal de forma rude e primitiva foi possível ainda antes da possibilidade da exposição completa do Sol e da Lua sobre a Terra. 

O Sol e a Lua já existiam antes mesmo do Planeta Terra existir, mas a narrativa comporta a idéia de quem esta aqui no Planeta Terra e não do Universo. 

A visão do Sol, (se houvesse observador terrestre na época) só seria possível após algumas Eras, porém a LUZ SOLAR penetrava na atmosfera! 

Por esta razão é que a Vida Marinha também é citada posteriormente, pois ela é narrada a partir da perspectiva de quem vê e não de quando ocorre de fato! 

Se fosse seguir o Literal seria o Planeta Terra a forma mais antiga de existência de todo o Universo, e ai sim haveria questões totalmente incompatíveis com os correlatos de Bereshit! 

A idéia da revelação da Tora, enquanto um mapeamento do Universo, é que trata-se de um professor explicando Física Quântica para garotos de primeiro ano colegial. 

O professor precisa utilizar-se de um discurso totalmente adaptável ao entendimento de seus mais novos aprendizes!

Previamente, no primeiro “dia”, usou-se a expressão: “Venha a haver luz.” O termo hebraico ali utilizado para “luz” é ’ohr, que significa luz em sentido geral. Mas, no quarto “dia”, a palavra hebraica passa a ser
 ma•’óhr, que significa a fonte da luz. O tradutor Rotherham, numa nota de rodapé sobre “Luminaries (Luzeiros)”, em The Emphasised Bible, afirma: “No ver. 3, ’ôr [’ohr], luz difusa.” Daí, prossegue mostrando que o termo hebraico ma•’óhr, no versículo 14, significa algo “produzindo luz”. No primeiro “dia”, a luz difusa evidentemente penetrava nas faixas envolventes, mas as fontes dessa luz não podiam ser vistas por um observador terrestre por causa das camadas de nuvens que ainda envolviam a Terra. Agora, pelo visto, as coisas mudaram neste quarto “dia”. 

22 Uma atmosfera inicialmente rica em bióxido de carbono pode ter causado um clima quente, em toda a Terra. Mas, o crescimento luxuriante da vegetação, durante o terceiro e o quarto períodos criativos, absorveria parte deste cobertor de bióxido de carbono, retentor de calor. A vegetação, por sua vez, liberaria oxigênio — essencial para a vida animal. 

23 Nesse estágio, caso existisse um observador humano, ele poderia discernir o sol, a lua e as estrelas, que ‘serviriam de sinais, e para épocas, e para dias, e para anos’. (Gênesis 1:14) A lua indicaria a passagem dos meses lunares, e o sol a passagem dos anos solares. As estações (épocas) que então ‘vieram a existir’ neste quarto “dia”, sem dúvida seriam muito mais brandas do que se tornaram posteriormente. — Gênesis 1:15; 8:20-22

Pesquisa...Ivonil ferreira  de Carvalho!

TITULO DEUS E NOME JESUS-INVENÇÃO DA BESTA666

Se Deus fosse o nome verdadeiro do eterno pai...e Jesus do filho salvador...o Brasil seria a muito tempo um paraiso....porque aqui é onde s e invoca esses nomes como em nenhum lugar do planeta..98% dos brasileiros são cristãos...e desde 1500 quando os europeus chegaram aqui...so quem lucra são os lideres do cristianismo...e os politicos...a massa sempre falida mais que nunca!! ...sempre deitada em berço explêndido ou seja, na ilusão de um novo amanhã......!! ACORDEM GENTE!!!!!