segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A BESTA E UMA IMAGEM Á BESTA

SE ALGUEM ADORAR  A BESTA  OU  A SUA IMAGEM...

E o terceiro malach(Anjo) celestial seguiu-se a estes, dizendo
em alta voz, Se alguem  adorar a besta e a sua
imagem, e receber a sua marca na sua fronte e na sua
mão, O mesmo beberá do vinho da ira de יהוה , que há de
ser derramado sem mistura, do cálice da sua ira; e será
atormentado com fogo e enxofre, na presença dos kadosh
malachim celestiais e na presença do Cordeiro: GILYAHNA – REVELAÇÃO 14;9;10.

E exerce todo o poder da primeira besta diante dela, e
faz com que a terra e os que habitam nela, adorem a

primeira besta, cuja ferida mortal foi curada. GILYAHNA – REVELAÇÃO 13;12

O perigo do nome falso criado pela besta 666!


GILYAHNA – REVELAÇÃOO 17; 3 Então, ele transportou-me em Rukhah a um deserto: e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate, repleta de nomes de blasfêmias!
GILYAHNA – REVELAÇÃOO 13; 6 E abriu a sua boca em blasfêmias contra יהוה , para
blasfemar o SEU NOME!














A besta  é  a igreja catolica  cristã...a grande prostituta e  mãe  das meretrizes...Revelação 17:5.
                                                                           
          Uma imagem á besta é formada pelo conjunto de suas filhas meretrizes!

      E faz que a terra e seus habitantes adorem a primeira besta cuja ferida mortal fora curada...Rev-13;12.

       As  filhas  imagem  da mãe(imagem da besta)  faz que  os habitantes  da terra adorem a  mãe e primeira besta, exatamente  ao distribuir  seus  ensinos(mercadarias de Babilonia) NOMES e TITULOS  de balsfemia, falsos  e mentirosos...como  se vê  nesse  comentario!



A marca ou sinal da besta...é formado de tudo quanto é dogmas dela...nesse caso o nome Jesus Cristo é o maior dogma da besta...é a obra prima dela...por isso o nome Jesus Cristo filho de Deus-zeus! Tem o numero 666 que segundo a palavra profetica do rukha nevuah...seria o numero de homem...o número faz parte do sinal ou marca como os títulos papais etc...


E tinha poder para dar chayim-VIDA- à imagem da besta, de
modo que a imagem da besta tivesse autoridade, e fizesse que
tantos quanto não adorassem a imagem da besta fossem mortosGILYAHNA – REVELAÇÃO  13; 15.

Aqui a profecia é muita séria,  e  deixa claro que  tanto a besta-mãe-quanto a sua imagem-as filhas- teriam poder de perseguir  e ate matar, quem não aceitasse  suas  normas mreligiosas! 

 Resultado de imagem para a inquisição catolica perseguindo na idade media-figuras
 Massacre da noite de São Bartolomeu ou a noite de São Bartolomeu,"santa-inquisição" foi um episódio, da história da França, na repressão aos seguidores  do  nazareno, engendrado pelos reis franceses, que eram católicos.Esses assassinatos aconteceram em 23 e 24 de agosto de 1572, em Paris, no dia de São Bartolomeu; onde morreram cerca  d e 70 mil  pesssoas!Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Inquisição Protestante pelo historiador Protestante Philip Schaff

Foto Extraída do Livro "Inquisition" do doutor Edward Peters. 
Tradução da descrição: ""L Mosheim História Michaelis Serveti (Helmstedt 1727). A execução de Miguel Servet se tornou o símbolo dos perigos de uma "Inquisição protestante "e foi usado por muitos adeptos de tolerância religiosa como um contraponto à Inquisição espanhola. Este frontispício da biografia de Mosheim  retrata Servet - provavelmente de forma imprecisa - bem como sua execução, em Genebra."

NOTA: Para quem diz que a “Inquisição protestante” não existiu, iremos fazer o favor de colocar aqui o relato de Philip Schaff, Historiador protestante e anticatólico (conhecido por sua celebre tradução dos padres da Igreja para o Inglês), sobre a inquisição protestante, dando como exemplo a condenação por Heresia de Servetus em seu julgamento em Genebra feito por Calvino (Traduziremos o caso completo em outro texto). O relato está presente em sua obra de vários volumes sobre a História da Igreja Cristã, disponível neste site Calvinista: <http://www.ccel.org/ccel/schaff/hcc8.iv.xvi.iv.html>.  Pouparemos-nos de quaisquer comentários, grifaremos as partes interessantes, e qualquer reclamação, tentem ressuscitar Philip Schaff para os ouvir.
Obs: Tratamos aqui como “inquisição”, a prática da punição de hereges com morte, tortura, prisão ou exilio.

 Os reformadores herdaram a doutrina da perseguição de sua Igreja mãe, e praticaram-na, assim que tinham o poder. Eles lutaram contra a intolerância com intolerância. Eles diferenciavam-se favoravelmente de seus adversários no grau e extensão, mas não no princípio, de intolerância. Eles quebraram a tirania do papado, e, assim, abriram o caminho para o desenvolvimento da liberdade religiosa; mas eles negaram aos outros a liberdade que eles mesmos exerciam. Os governos protestantes na Alemanha e na Suíça excluíram, dentro dos limites da sua jurisdição, os católicos romanos de todos os direitos religiosos e civis, e tomaram posse exclusiva de suas igrejas, conventos e outros bens. Eles baniram, prenderam, afogaram, decapitaram, penduraram, e queimaram anabatistas, antitrinitarianos, Schwenkfelders e outros dissidentes. Na Saxónia, Suécia, Noruega e Dinamarca, nenhuma religião e de culto público era permitida, apenas a Luterana. O Sínodo de Dort depôs e expatriou todos os ministros e professores arminianos. O código penal da rainha Elizabeth e os sucessivos atos de uniformidade que visavam o extermínio completo de toda a dissidência, papal ou protestante, e fez disso um crime se um inglês fosse outra coisa senão um episcopal. Os puritanos quando estavam no poder expulsaram dois mil ministros de seus direitos por não conformidade; e os episcopais pagaram de volta na mesma moeda, quando eles voltaram ao poder. Os reformadores”, diz Gibbon, com gravidade sarcástica, “eram ambiciosos de sucederem os tiranos que haviam destronado. Eles impuseram com igual rigor os seus credos e confissões; Afirmaram o direito do magistrado punir os heréticos com a morte. A natureza do tigre era a mesma, mas ele foi gradualmente privado de seus dentes e presas.”.
A perseguição protestante viola o princípio fundamental da Reforma. O Protestantismo não tem o direito de existir, exceto com base na liberdade de consciência.
Como, então, podemos explicar esta incoerência gritante? Há uma razão para tudo. A perseguição protestante foi necessária em auto-defesa e na luta pela existência. Os tempos não estavam maduros para a tolerância. As Igrejas jovens não poderiam ter ficado de pé. Essas Igrejas tinham primeiro que ser consolidadas e fortalecidas contra inimigos circundantes. Tolerância Universal naquele momento teria resultado em confusão universal e perturbado a ordem da sociedadeDa anarquia ao despotismo absoluto é apenas um passo. A divisão do protestantismo em dois campos rivais, o Luterano e Reformado, enfraqueceu-o; novas divisões dentro desses campos teriam arruinado-o e preparado um triunfo fácil para romanismo unido, que se tornaria mais despótico do que nunca. Isso não justifica o princípio, mas explica a prática, de intolerância.
Os reformadores e os príncipes protestantes e magistrados concordavam essencialmente com essa atitude intolerante, tanto para os romanistas quanto para protestantes heréticos, pelo menos na medida de prisão, deposição e expatriação. Eles diferiam apenas quanto ao grau de gravidade.Todos acreditavam que o papado era anti-cristão e a missa idolatria; que a heresia é um pecado contra Deus e a sociedade; que a negação da Trindade e da divindade de Cristo era a maior das heresias, que merece a morte de acordo com as leis do império, e castigo eterno de acordo com o Credo de Atanásio (com suas três cláusulas condenatórias); e que o governo civil é tanto obrigado a proteger a primeira quanto a segunda tábua do Decálogo, e para vindicar a honra de Deus contra a blasfêmia. Eles estavam ansiosos para mostrar seu zelo pela ortodoxia com gravidade contra a heresia. Eles não tinham nenhuma dúvida de que eles próprios eram ortodoxos de acordo com o único verdadeiro padrão de ortodoxia, a Palavra de Deus nas Sagradas Escrituras. E no que diz respeito aos dogmas da Trindade e Encarnação, estavam totalmente de acordo com os seus adversários católicos, e igualmente contrários aos erros de Servet, que negava esses dogmas com uma coragem e desprezo desconhecido antes.
Vamos conhecer os sentimentos dos principais reformadores, com especial referência ao caso de Servet. Eles fazem uma justificação completa a Calvino na medida em que tal justificação é possível.

Lutero
Lutero, o herói de Worms, o campeão dos direitos sagrados de consciência, era, nas palavras, o mais violento, mas, na prática, o menos intolerante, entre os reformadores. Ele era mais próximo ao romanismo na condenação de heresia, mas mais próximo ao gênio do protestantismo na defesa da liberdade religiosa. Ele estava profundamente enraizado na piedade medieval, e ainda um profeta poderoso dos tempos modernos. Em seus primeiros anos, até 1529, ele deu expressão a alguns dos sentimentos mais nobres em favor da liberdade religiosa. “A crença é uma coisa livre”, disse ele, “que não pode ser aplicada.” “Se hereges devem ser punidos com a morte, o carrasco seria o teólogo mais ortodoxo.” “A heresia é uma coisa espiritual que nenhum ferro pode derrubar, nem queima no fogo, nem afoga na água.” Queimar os hereges é contrário à vontade do Espírito Santo “Falsos professores não devem ser condenados à morte;.. é o suficiente bani-los.”.
Mas, com o avanço dos anos ele se tornou menos liberal e mais intolerante contra os católicos, hereges e judeus. Ele exortou os magistrados a proibirem toda pregação de anabatistas, a quem ele denunciou, sem discriminação, como falsos profetas e mensageiros do diabo, e ele pedia a sua expulsão Ele não levantou qualquer protesto quando a Assembleia de Speier, em 1529, deu um decreto cruel para que os anabatistas fossem executados a ferro e fogo, sem distinção de sexo, e mesmo sem audiência prévia antes de juízes espirituais. O Eleitor da Saxônia considerou seu dever executar este decreto, e colocar um número de anabatistas a morte em seus domínios. Seu vizinho, Filipe de Hesse, que tinha instintos mais liberais do que os príncipes contemporâneos da Alemanha, não concordava em usar a espada contra as diferenças de crenças. Mas os teólogos de Wittenberg, ao serem consultados pelo Eleitor John Frederick por volta de 1540 ou 1541, deram o seu julgamento a favor de sentenciar os anabatistas a morte, de acordo com as leis do império. Lutero aprovou o presente acórdão em seu próprio nome, acrescentando que era cruel puni-los pela espada, mas mais cruel seria eles condenarem o ministério da Palavra e suprimir a verdadeira doutrina, e tentarem destruir os reinos do mundo.
Se colocarmos uma construção rigorosa sobre esta frase, Lutero devem ser contado entre os defensores da pena de morte por heresia. Mas ele fazia uma distinção entre duas classes de anabatistas, os que eram sediciosos ou revolucionários, e aqueles que eram meros fanáticos. A primeira classe deve ser condenada à morte, a segundo deve ser banida. Em uma carta a Filipe de Hesse, datada de 20 de novembro de 1538, ele pediu-lhe com urgência a expulsão de seu território os anabatistas, que ele caracteriza como filhos do diabo, mas não diz nada de usar a Espada. Devemos dar-lhe, portanto, o benefício de uma construção liberal.
Ao mesmo tempo, a distinção nem sempre foi rigorosamente observada, e os fanáticos foram facilmente transformados em criminosos, especialmente após os excessos de Münster, em 1535, que foram muito exagerados e causaram o pretexto para punir homens e mulheres inocentes. Toda a história do movimento anabatista no século XVI, tem que ser reescrito e desembaraçado do odium theologicum.
No que diz respeito a Servetus, Lutero conhecia apenas o seu primeiro trabalho contra a Trindade, e declarou que, em sua conversa de mesa (1532), um “livro muito mau”. Felizmente para a sua fama, ele não viveu para pronunciar uma sentença em favor de sua execução, e devemos dar-lhe o benefício de silêncio.
Suas opiniões sobre o tratamento dos judeus mudou para pior. Em 1523 ele protestou vigorosamente contra a cruel perseguição dos judeus, mas em 1543 ele aconselhou a sua expulsão das terras cristãs e a queima de seus livros, sinagogas e casas particulares nas quais blasfemavam contra o nosso Salvador e a Santa Virgem. Ele repetiu este conselho em seu último sermão, pregado em Eisleben alguns dias antes de sua morte.
 Melanchthon
O registro de Melanchthon sobre este assunto doloroso é, infelizmente, pior do que Lutero. Isto é mais significativo, porque ele era o mais suave e mais gentil entre os reformadores. Mas devemos lembrar que suas declarações sobre o assunto são de uma data posterior, vários anos após a morte de Lutero. Ele pensou que a lei mosaica contra a idolatria e blasfêmia era tanto vinculativa nos estados cristãos quanto o Decálogo, e era aplicável às heresias também. Ele, portanto, plenamente e repetidamente justificou a posição de Calvino e do Conselho de Genebra, e até mesmo os ergueu como modelos de imitação! Em uma carta a Calvino, datada de 14 de outubro de 1554, quase um ano após a queima de Servetus, ele escreveu:
Reverendo e querido irmão: eu li seu livro, em que você refutou claramente as blasfêmias horríveis de Servetus; e dou graças ao Filho de Deus, que foi o brabeuthv" [o guarda de sua coroa da vitória] neste seu combate. Pois a você também a Igreja deve gratidão, no momento presente, e devemos isso a posteridade. Eu concordo perfeitamente com a sua opinião. Eu também afirmo que seus magistrados fizeram certo em punir, depois de um julgamento regular, este homem blasfemo.
 Um ano depois, Melanchthon escreveu para Bullinger, 20 de agosto de 1555:
 Reverendo e querido irmão: Eu li a sua resposta para as blasfêmias de Servetus, e eu aprovo sua piedade e opiniões Eu também julgo que o Senado Genovese fez perfeitamente bem, em pôr fim a este homem obstinado, que nunca poderia deixar de blasfemar. E eu me questionam sobre aqueles que desaprovam essa severidade.
Três anos mais tarde, 10 de abril, 1557, Melanchthon incidentalmente (na advertência no caso de Theobald Thamer, que havia retornado à Igreja Romana) advertiu novamente para a execução de Servetus, e chamou-lhe, de um exemplo piedoso e memorável para toda a posteridade. É um exemplo, de fato, mas certamente não para imitação.
Esta aprovação sem reservas da pena de morte por heresia e a conivência da bigamia de Filipe de Hesse são as duas manchas escuras no nome justo deste grande e bom homem. Mas eles eram erros de julgamento. Calvino teve grande conforto do apoio da cabeça teológica da Igreja Luterana.
 Martin Bucer
Bucer, que está em terceiro lugar no ranking entre os reformadores da Alemanha, tinha um temperamento gentil e conciliador, e absteve-se de perseguir os anabatistas em Strassburg. Ele conhecia Servetus pessoalmente, e tratou-o em primeiro lugar com bondade, mas após a publicação do seu trabalho sobre a Trindade, foi refutado em suas palestras como um “livro mais pestilento”. Ele ainda declarou no púlpito ou sala de leitura que Servetus merecia ser estripado e rasgado para pedaços. A partir disso, pode-se inferir quão completamente ele teria aprovado sua execução, se tivesse vivido até 1553.

 § 139. Protestant Intolerance. Judgments of the Reformers on Servetus. 

Ivonil Ferreira  d e Carvalho.

sábado, 13 de agosto de 2016

A TERRA ERA QUADRADA - GALILEU PERSEGUIDO

SEGUNDO  A IGREJA CATOLICA 





I - A MENTIRA - "... Antes das invenções dos primeiros telescópicos, a Igreja admitia que a Terra fosse ,plana, e que caminhando sempre em frente, numa mesma direção, haveríamos de encontrar o fim do mundo... Os cientistas, ainda que perseguidos pelo Clero,provaram que a Terra era redonda e que havia outros mundos. Foi acreditando neste mundo único terreno, que a Igreja criou o dogma do céu e do inferno: acima da Terra o céu; abaixo da Terra o inferno... E quem não rezasse a cartilha do Catolicismo estava fadado às profundezas do inferno..."__________________

"... A Igreja Católica mais uma vez é ridicularizada pela comprovação dos fatos e pela ciência moderna, assim foi com Galileu quando o Papa ordenou sob pena de morte pela fogueira que este cientista negasse que a terra era redonda e ainda girava, e muitos outros erros.


O caso Galileu Galilei – Parte 1

galileu2Pesa contra a Igreja a acusação de ter condenado o físico italiano Galileu Galilei de maneira injusta. É importante, antes de tudo, esclarecer os fatos dentro do contexto da época, pois sem isso a interpretação histórica fica totalmente deformada.
Durante cerca de quatro séculos, por causa de uma divulgação  distorcida e mal intencionada, anti-Igreja Católica, muitas pessoas, especialmente estudantes, pensam que Galileu foi um “mártir” da ciência e que a Igreja foi o carrasco e  inimiga do progresso humano e da ciência. O caso Galileu ficou como se fosse o símbolo da rejeição, por parte da Igreja, do progresso científico, ou então do obscurantismo dogmático oposto à ciência. Este mito teve um efeito cultural imenso e fez com que muitos cientistas de boa fé aceitassem a ideia errada de que havia incompatibilidade entre a ciência e a fé cristã.
Por isso, vamos examinar aqui este caso:
Na verdade, o processo de Galileu nem se tratou de um conflito entre ciência e religião, mas foi uma crise interna na Igreja.
Um Simpósio realizado na Universidade Católica de Washington, em 1982, a respeito do caso de Galileu, relatado pelo o repórter Philip J. Hills no jornal Washington Post em artigo transcrito pelo “Latin América Daily Post” de 5/10/1982, nos ajuda a entender melhor a opinião dos cientistas sobre o caso Galileu. O Simpósio foi denominado “Reinterpretando Galileu”. Entre outros astrônomos participam do Simpósio Oven Gingerich, astrônomo de Harvard, o Padre William Wallace, dominicano da Universidade Católica e o  polonês Joseph Zycinski.
Os intelectuais aí reunidos, revendo o famoso caso Galileu, do século XVII, destacaram o fato de que a tese heliocêntrica de Galileu não podia apresentar em seu favor razões convincentes na época; Galileu julgava que o fluxo das marés seria a prova da revolução da Terra em torno do Sol, quando na verdade se sabe que as marés se devem à força da gravidade da Lua. Sem argumentos sólidos a tese de Galileu só podia parecia errônea aos teólogos do século XVII, para quem o geocentrismo tinha não somente base científica, mas também autoridade incutida pelas páginas bíblicas (cf. Js 10,12s).  É preciso, então, entender a atitude da repulsa a Galileu na época a partir das circunstâncias da  época, e não em função de dados que só mais tarde foram definitivamente reconhecidos.
Os intelectuais fizeram várias afirmações contrárias à crença popular, entre elas:
1 – “Galileu não foi acusado nem condenado por heresia.  Galileu não foi torturado, nem lhe foram mostrados os instrumentos de tortura.
2 – O ponto de debate no processo não foi estritamente de ignorância religiosa versus verdade científica: a verdade científica em si mesmo, naquela época, era obscura e equívoca.
3 – E, depois de Galileu concordar em dizer que não acreditava na terra em movimento e no sol parado, provavelmente não pronunciou, como diz a lenda, as provocadoras palavras: “E, contudo, ela se move!”
4 – “De fato (disse Gingerich), seria difícil para a Igreja achar Galileu inocente. Ele foi apenas acusado de desobedecer a uma ordem da Igreja, e está fora de dúvida que realmente desobedeceu”.
“Não havia simplesmente prova de que o modelo heliocêntrico de Galileu e de Copérnico fosse melhor do que o modelo popular geocêntrico demonstrado por Tycho Brahe. E o sistema da Brahe tinha a vantagem de não se opor à Escritura nem à doutrina da Igreja.
Assim, pelos conhecimentos da época (disseram os intelectuais no Simpósio), houve justificativa para o processo, porque descobriram que Galileu desobedeceu às ordens da Igreja, e por acreditarem que Galileu não dispunha de elementos claros para demonstrar que o sol era o centro do universo. Disse ao astrônomo Wallace que Galileu acreditava muito bem que obteria finalmente provas cabais do sistema heliocêntrico. Mas na época do processo, quando contava cerca de cinquenta anos, Galileu sabia que não tinha argumentos para provar o seu ponto de vista.
Pretendia, portanto, abalar um grande edifício de ciência e fé, que durava vinte séculos (desde Ptolomeu!), sem ter razões convincentes. Com efeito, diz o articulista, Galileu tencionava provar sua tese a partir do fenômeno das marés: estas seriam devidas ao giro da Terra e às revoluções do nosso planeta em torno do Sol. Ora sabe-se que as marés não são causadas pelo movimento da Terra, mas pela força da gravidade da Lua. Os outros argumentos do cientista eram insuficientes para provar o heliocentrismo.
Para sermos justos temos que procurar entender os homens do século XVII a partir das premissas e dos referenciais que para eles eram válidos, e não a partir dos parâmetros que consideramos válidos hoje.
Galileu parecia especialmente inoportuno aos teólogos do século XVII, pelo fato de que não se limitava a afirmar proposições de astronomia, mas introduzia-se no setor da exegese bíblica, tentando assim convencer os teólogos.
A oposição dos teólogos e do Sumo Pontífice à tese de Galileu não compromete a infalibilidade do magistério da Igreja, que se refere apenas aos temas de fé e de Moral.
Em 03/07/1981, o Papa João Paulo II nomeou uma Comissão de teólogos, cientistas e historiadores, a fim de aprofundarem o exame do caso Galileu. Esta Comissão estudou o assunto e, após onze anos de trabalho, apresentou seus resultados ao Papa. Este então, perante a Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano, proferiu um discurso, aos 31/10/1992, 350.º aniversário da morte de Galileu, em que reconhecia o erro dos teólogos contemporâneos a Galileu por parte do Santo Ofício em 1633.
Mas ao mesmo tempo o Papa chamou a atenção para a dificuldade que os homens do século XVII deviam experimentar, para aceitar a tão revolucionária teoria de Galileu; era preciso que, de um lado, se fixassem novos critérios de hermenêutica bíblica e, de outro lado, a proposição heliocêntrica se corroborasse com argumentos ainda mais sólidos do que os que Galileu podia apresentar.
Entre outras coisas disse o Papa em seu discurso [L`Osservatore Romano]:
“Galileu rejeitou a sugestão de apresentar o sistema de Copérnico como uma hipótese, até ser confirmado por provas irrefutáveis. Tratava-se de uma exigência do método experimental, do qual ele foi o iniciador genial.”
“O problema que os teólogos da época se puseram era o da compatibilidade do heliocentrismo e da Escritura. A ciência nova, com os seus métodos e a liberdade de investigação que eles supõem, obrigava os teólogos a interrogarem-se sobre os seus próprios critérios de interpretação da Escritura. A maioria não o soube fazer. Paradoxalmente, Galileu, fiel sincero, mostrou-se sobre este ponto mais perspicaz do que os seus adversários teólogos. Se a Escritura não pode errar, escreve ele a Benedetto Castelli (em 1613), alguns dos seus intérpretes e comentaristas o podem e de muitas maneiras. Também é conhecida a sua carta à Cristina de Lorena (em 1615), que é como que um pequeno tratado de hermenêutica bíblica.”
“A maioria dos teólogos não percebia a distinção formal entre a Escritura Sagrada e a sua interpretação, o que os levou a transpor indevidamente para o campo da doutrina da fé uma questão, de fato relevante, da investigação científica.”cpa_ciencia_e_fe_harmonia
“Recordemos a frase célebre atribuída a Baronio: O Espírito Santo quer nos dizer como se vai para o céu; não como vai o céu.”
“Belarmino, que tinha percebido o que estava realmente em jogo no debate, considerava que, diante de eventuais provas científicas do movimento orbital da Terra ao redor do Sol, devíamos interpretar, com uma grande circunspecção, toda a passagem da Bíblia que parece afirmar que a Terra é imóvel, e “dizer que não o compreendemos, antes de afirmar que é falso o que se demonstra” (Carta ao Pe. A. Foscarini, 12/04/1615)”.
O Papa João Paulo II recordou um fato histórico importante: Galileu já tinha sido reabilitado por Bento XIV em 1741, com a concessão do “Imprimatur” à primeira edição das obras completas de Galileu. Em 1757, as obras científicas favoráveis à teoria heliocêntrica foram retiradas do “Index” de livros proibidos. Em 1822, Pio VII(1800-1823) determinou que o “Imprimatur” podia ser dado também aos estudos que apresentavam a teoria copernicana como tese.
Hoje já não há mais dificuldade de se conciliar a fé com a ciência, pois os estudiosos tomaram consciência de que a Bíblia não pretende ensinar ciências naturais, mas se refere aos fenômenos da natureza usando uma linguagem familiar pré-científica, suficiente para exprimir a mensagem religiosa que a Escritura Sagrada quer ensinar. Naquele tempo não havia essa clareza sobre as Sagradas Escrituras.
Em 1741, diante da prova ótica da revolução da Terra em torno do Sol, Bento XIV (1740-1758) se empenhou para que o Santo Ofício desse o Imprimatur à primeira edição das obras completas de Galileu. Foi preciso, no entanto, que passassem mais de 150 anos para se encontrarem as provas óticas e mecânicas da mobilidade da Terra.  Somente em 1851, é que Foucault conseguiu provar o movimento de rotação da Terra, com um pêndulo dependurado do teto do Panteon de Paris, que oscila em um plano fixo enquanto a Terra gira. Isto mostra como era difícil a teoria de Galileu ser aceita na época.
Muitos erros e mentiras são propagados sobre o Caso Galileu: alguns dizem erroneamente que ele foi condenado na Idade Média. Ora, a Idade Média vai até meados do século XV, com a queda de Constantinopla nas mãos dos otomanos (1476), e Galileu só nasceu em 1564,  um século após o término da Idade Média. Dizem que ele foi  condenado por dizer que a Terra era redonda. Mas já na antiga Grécia isto era admitido por Pitágoras (século VI a.C.) e seus discípulos falavam da esfericidade da Terra, da Lua e do Sol, bem como da rotação da Terra. A expedição de circunavegação da Terra feita por Fernão de Magalhães, em 1521, foi prova da esfericidade da Terra.
Outros, enganados, dizem que Galileu foi o autor da teoria heliocêntrica (Sol no centro do Sistema Solar). Esta teoria começou com Aristarco de Samos, no século III a.C., cerca de 1.900 anos antes de Galileu. Outros dizem que Galileu foi condenado porque defendia o sistema heliocêntrico. Na verdade ele foi condenado por causa do “modo” como o defendia e não pelo que defendia.
O Renascimento do século XVI foi afirmando os valores do homem em termos mais autônomos. No início do século XVII, certa mentalidade leiga, mesmo atéia, começava a inquietar os homens da época. A ciência havia progredido bastante no século XVI; já se apoiava em observações precisas, com métodos novos, deixando de lado as suposições não reais, como eram as conclusões baseadas na Filosofia e na Física medievais quando não se tinha aparelhos de medidas.
Afinal, a Idade Média tinha-lhes deixado a imprensa; Colombo descobriu um novo mundo, Galileu novas estrelas, o uso dos canhões, da bússola, dos moinhos, das armas de fogo, etc. A humanidade saída da Idade Média começava, então, a se julgar adulta e deixar a “dependência de Deus”. Muitos se entusiasmavam com a ciência de forma quase absoluta como os céticos representados por Michel de Montaigne (1533-1592), que atacavam as tradicionais concepções cristãs. Montaigne peregrinava pelos grandes santuários da Europa, mas, como dizia um seu contemporãneo, o Pe. Garasse S.J., “sufocava suavemente, como que com um cordel de seda, o senso religioso”, mediante as suas proposições ambíguas.
É claro que essa nova realidade começou a preocupar as autoridades da Igreja, acostumadas ao mundo da “Cristandade”; e nos casos de flagrante impiedade e ateísmo, reagiam fortemente, desconfiando da nova ciência, movidas pelo desejo de preservar a verdade e os valores da fé e da  cultura. Daí o questionamento que a Igreja fez a Montaigne e a outros pensadores da época.
Na verdade, esta época foi um período de transição e de incertezas onde os valores novos se misturavam com os tradicionais, havendo conflitos até se chegar a uma síntese saudável.
Foi neste ambiente de certa reação contra a fé, reação encabeçada por uma ciência aparente, que viveu Galileu Galilei (1564-1642).
Com a invenção do telescópio, Galileu fez muitas descobertas, como as manchas do Sol, as crateras da Lua, a Via Láctea ser constituída por um grande número de estrelas; Júpiter possui Luas (Galileu descobriu quatro), o que demonstrava que a Terra não era o centro de tudo; Vênus tem fases como a Lua, e outras que lhe mostravam a certeza do Sol no centro do Sistema Solar, confirmando a tese de Copérnico.
Galileu publicou estas descobertas em 1610 e isto lhe deu muita popularidade. Entre os que o admiravam estavam o astrônomo protestante Kepler e o famoso matemático jesuíta Clavius.
No século XV, por não conseguir explicar uma série de fenômenos, a teoria geocêntrica (Terra no centro) foi abandonada, retomando-se a teoria heliocêntrica pelo Padre Nicolau Copérnico, nascido na Polônia, em 14/02/1493, e falecido em Frauenburg, Polônia, em 24/05/1543.
Padre Copérnico estudou astronomia e matemática na Universidade Católica de Cracóvia e, por três anos, Direito Canônico em Bolonha, Itália. Estudou também nas Universidades de Roma, Pádua e Ferrara. Em 1501 tornou-se cônego da Catedral de Frauenburg, cidade onde fez suas observações astronômicas. Apresentou o sistema heliocêntrico de Aristarco, com modificações, em dois trabalhos: “Comentários sobre as Hipóteses da Constituição do Movimento Celeste”, em 1530; e “Sobre a Revolução dos Corpos Celestes”, em 1543.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

ULHIM(ulrrim) E NÃO ELO-HIM

ULHIM ou ELOHIM? אול  (UL) - Tudo - totalidade - Soberano - Supremo - alef  - vav - lamed איל  (AL) -  a raíz do aramaico aparece como - alef  - yod - lamed אל -  (EL)  - alef - lamed - terminologia comumente usada nos nomes próprios nas bíblias com traduções greco-romanas. É muito difícil encontrar provas na grafia da pronúncia correta de Ulhim, porque as cópias foram transcritas várias vezes, em diversas épocas, em quais tiveram diversas influências dos povos e culturas pagãos, além de que há vários idiomas semíticos. 


Temos primeiramente entender que estes são títulos, e não o nome do Eterno. Quando começou o exílio dos israelitas em Babilônia o politeísmo fazia parte da cultura de Yahsorul (Israel). Foi apenas após o exílio que a adoração única e exclusiva de Yahveh foi restaurada. EL -  Esta pronúncia foi aprendida pelo povo no cativeiro babilônico de 70 anos. Os cananeus, moradores da terra de Canaã, como era chamada a região entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo em tempos antigos adoravam a Baal e Bel que eram os ídolos destes povos. Relevo de Palmira do início doséculo II d.C. com representações de Bel  Na Antiga Mesopotâmia, Bel foi um epíteto aplicado a vários deuses. Os autores gregos transliteraram-no e incorporaram-no na sua mitologia depois passou para a mitologia romana com terminaçã de “us”. Depoimentos interessantes: "A medida que houve uma miscigenação entre os povos, um acabou identificando sua divindade protetora com a outra, e com o tempo Yahweh foi incorporando aspectos da divindade El, numa espécie de sincretismo religioso" -  (Donald B. Redford, Egypt, Canaan, and Israel in Ancient Times. Princeton University Press, 1992. ISBN 978-0691036069). "Segundo o professor Frank Moore Cross, professor de Hebraico e outras Línguas Orientais, emérito da Universidade de Harvard, notável por seu trabalho na interpretação dos Manuscritos do Mar Morto, Yahweh (YHWH) era um título dado pelos primeiros israelitas à suprema divindade "EL", durante o período da Idade do Bronze (aproximadamente 1200 a.C.). Posteriormente, o contrário aconteceu, tornando-se a palavra El um título e Yahweh o nome próprio da suprema divindade israelita, talvez num ímpeto nacionalista daquele povo em querer se perceber diferente dos outros povos que habitavam a Palestina." (Frank Moore Cross, Canaanite Myth and Hebrew Epic: Essays in the History of the Religion of Israel. Harvard University Press, 1997. ISBN 978-0674091764). "A Bíblia retrata os israelitas como um povo quase totalmente distinto dos cananeus, mas os dados arqueológicos revelam profundas semelhanças de língua, costumes e cultura material. A língua de Canaã, por exemplo, era só um dialeto um pouco diferente do hebraico bíblico. Os cananeus não deixaram para trás uma herança literária tão rica quanto a Bíblia, no entanto, poucos quilômetros ao norte de Canaã, na atual Síria, ficava a cidade-Estado de Ugarit, cuja língua e cultura eram praticamente idênticas às de seus primos do sul. 

Templo de Belcomo fazer blog
Ugarit foi destruída por invasores bárbaros em 1200 a.C., mas os arqueólogos recuperaram numerosas inscrições da cidade, nas quais dá para entrever uma mitologia que apresenta semelhanças impressionantes com as narrativas da Bíblia. " (Mark S. Smith, The Origins of Biblical Monotheism: Israel's Polytheistic Background and the Ugaritic Texts. Oxford University Press, USA, November 6, 2003. ISBN 978-0195167689). "Ao longo dos séculos, houve outros deuses que receberam o título de Senhor e foram identificados, total ou parcialmente, com Bel Marduque. Também é provável que o Zeus Belos, mencionado por Sanconíaton como filho de Crono, se refira a Marduque." The theology of the phœnicians: from Sanchoniatho. www.sacred-texts.com 'Na cidade de Hatra foi encontrada uma estátua de Bel. Na cidade de Palmira, o principal templo era dedicado a Bel, a designação local da principal divindade da cidade. Esse tempo resistiu até ao século XXI, até ser destruído pelo estado Islâmico do Iraque e do Levante, em agosto de 2015, por ter sido convertido primeiro em igreja e depois em mesquite. " - Teixidor, Javier (1979) (em inglês), The Pantheon of Palmyra, Brill Archive, pp. 139, ISBN9789004059870 - Hatra: la ciudad santa del dios Shamash Templo de Bel O Templo de Bel (em árabe: معبد بل‎), por vezes chamado Templo de Baal, era um edifício religioso situado no  sítio arqueológico de Palmira, Síria, consagrado em 32 d.C. ao deus semita - Bel, adorado em Palmira em trindade com o deus lunar Aglibol e o deus solar Iarhibol. O templo era o centro da vida religiosa da cidade e alguns estudiosos consideravam-no a estrutura melhor preservada de Palmira. Foi destruído quase completamente com explosivos nos últimos dias de agosto de 2015 pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante.  BAAL  Os cananeus, ou também chamados de sidônios ou fenícios pelos gregos, praticavam uma religião muito degradada que girava em torno do deus da fertilidade, Baal. Nos rituais envolvia-se sodomia, bestialidade e prostituição, bem como abomináveis ritos de sacrifício de crianças. Termo 'baalim', plural de 'baal'.   Jezabel adorava a baal identificado como o deus fenício Melkart, deus da cidade de Tiro. Os arqueólogos acreditam que a imagem foi esculpida no início do século I a.C. Júpiter Doliqueno era um deus romano criado a partir do sincretismo do Júpiter romano, chamado de “o rei dos deuses”. Também é conhecida a adoração de Baal na antiga cidade greco-romana de Doliche, localizado ao norte da moderna cidade turca de Gaziantep.“A imagem está muito bem preservada. 

BAAL-EL

Oferece informações valiosas sobre as crenças dos romanos e à persistência das antigas tradições do Oriente Médio”, ressalta o professor Michael Blomer. O povo Yahshorul (Israel) foi exortado a não adorar outros deuses, que evidentemente existiam, e a história mostra um povo que se rendeu constantemente a desobediência, apesar dos avisos constantes de Yahveh. Por sua desobediência e rebeldia foi muitas vezes castigado! 

 Ao analisarmos apenas algumas das adulterações como nos nomes de: YASHORUL   para  - Israel - Conjunção de 3 deuses - Isis - Ra e EL de Bel -  Danyahu - Yah é meu juiz para - Daniel - Bel  é meu juiz MIGAYAH - quem é semelhante a Yah - para Miguel - Quem é semelhante a El. EMANU YAH- Yah conosco - para -  Emanuel - El conosco  SAMUYAH - ouvir de Yah - para - Samuel - Ouvir de Be Não é difícil é difícil perceber que a palavra Elohim foi mais uma destas adulterações: 




ULHIM - Supremo de poderes - para Elohim - El de poderes.... Ha shatan com sua sede diabólica de adoração, exulta em ver que ao longo dos séculos a homenagem à ídolos, e a ele mesmo, ao invés de ao adoração ao único e verdadeiro Soberano do universo.  Mas o Meu povo saberá o Meu nome. Yeshayahu - (Isaias) 52:6 UL - No hebraico significa - Total - Supremo - preferimos sem dúvida ficar com esta opção!


Ivonil Ferreira  d e Carvalho

terça-feira, 9 de agosto de 2016

AS MULHERES ESTEJAM CALADAS –COMO-?

AS MULHERES ESTEJAM CALADAS –COMO-?
 
 (Pérola do Aramaico
  "As mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam submissas como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, perguntem em casa a seus próprios maridos; porque é indecoroso para a mulher o falar na igreja." (1 Co 14:34-35.”Almeida “

"shatiycan",traduzida pelo grego como "calar-se". "shatiycan" não significa calar-se, mas sim acalmar-se.

A segunda é "d'anmalan", que é uma expressão rara no aramaico bíblico, e que é traduzida pelo grego como "falar". Porém, é melhor entendida como um "falar exaltadamente". Essa expressão ainda vem junto com "aela", que significa "lamentar em voz alta". Temos portanto "d'anmalan aela" como um "bate-boca.
d'shalan l'bayelaehin", que pode significar "perguntar ao marido" mas também "ter paz com o marido." Dentro do contexto de "d'anmalan", vemos que a tradução que mais encaixa é de fato "ter paz com o marido." 
Portanto,  a passagem é mais  correta  traduzida  como!
As  mulheres  esteja  calmas nas kehilot,  sem bate-bocas inuteis;  Na santificação e submissão,  como ordena  a Torah(instrução). E  estejam  em shalom  com seus maridos!  E  quando  não entenderem alguma coisa,  pergunte  ao seu marido em casa!


Ivonil ferreira  d e Carvalho.