domingo, 2 de agosto de 2015

Papel dos judeus na escravidão

Escravidão

Um mercante africano de escravos a comercializar com um europeu.

Papel dos judeus na escravidão

No estudo de J. P. Ney surpreende a relação que este faz entre a procura desenfreada pelo lucro e o fato de que, conforme publicou a revista Der Spiegel em 1998, "O comércio de escravos estava nas mãos de judeus".[3][4]
Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. Tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumenberg, de Hamburgo.[3]

Em 1991, a comunidade religiosa norte-americana composta de cidadãos negros, Nação do Islã, publicou um estudo sobre a atuação judaica no tráfico negreiro. A obra levou o título de A relação secreta entre negros e judeus e aparenta ser bem fundamentada e documentada. Os autores do estudo deixam bem claro logo no início:
As informações aqui contidas foram obtidas principalmente de obras judaicas. Foi dada bastante importância na obtenção das provas apresentadas somente a partir de autoridades judaicas de renome, cujas obras apareçam em revistas de história especializadas ou publicadas pelas principais editoras judaicas.[3]

O especialista negro norte-americano em tráfico escravo, Dr. Tony Martin, examinou o livro e o tornou leitura obrigatória em seus cursos.
Na introdução do livro pode-se ler:
No fundo dos inacessíveis contornos da historiografia judaica, encontra-se provas incontestáveis de que os mais importantes “bandeirantes” judeus ultrapassavam em dimensão bem maior do que outros grupos étnicos ou religiosos da história, o uso dos escravos africanos capturados, e que eles participavam em todos os aspectos do comércio internacional de escravos.[3]

Mais além temos:
A maioria das pessoas sempre supuseram que a relação entre negros e judeus fosse amigável e frutífera, um enriquecimento mútuo – dois povos sofridos que se uniram para superar com sucesso o ódio e fanatismo. Mas a história mostra algo bem diferente.[3]

Naturalmente, como toda obra sobre a realidade dos judeus, este livro foi taxado de antissemita.

Comércio judeu de escravos no Brasil

A participação judaica no tráfico de escravos africanos foi abordada pelo historiador brasileiro Gustavo Barroso em sua obra A História Secreta do Brasil. No capítulo que trata sobre "O empório do açúcar", Barroso escreve "O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros".
E segue com o capítulo intitulado "O tráfico de carne humana", onde já no primeiro parágrafo descreve a situação da exploração açucareira no Brasil:
Florescia pois, o comércio de carne humana à medida que prosperava a indústria açucareira. O suor do negro cimentava a riqueza do segundo ciclo da colonização. Ligados, o comércio de escravos e a produção do açúcar, acabariam caracterizando toda a economia ultramarina.[3]

E mais além, prossegue com seu ataque aos judeus, citando para tal a obra de Gilberto Freire, Casa Grande e Senzala, 2ª edição, 1936:
No norte, os senhores de engenho viviam endividados, presos à usura judaica. O judaísmo os manobrava e forçava a lançar mão do operário africano, que os negreiros, também enfeudados a Israel, iam buscar do outro lado do Oceano Atlântico. Assim, desde os albores do ciclo do açúcar, começou o emprego da mão-de-obra negra. O horror à atividade manual e a instituição do trabalho escravo, ambos caracterizadores das colonizações peninsulares, tiveram como primeiros impulsionadores os judeus de Portugal.[3]

A vinda dos chamados cristãos-novos para o Brasil coincide com o reinado de Dom Manuel em Portugal. Tamanha era a sua simpatia pela estirpe hebréia que rendeu-se-lhe o apelido de “El Rei judio”. Não apenas utilizou os serviços de judeus, como lhes concedeu a administração de bens, propriedades e direitos. Fazia-se necessária tal ligação, pois os interesses mercantis de seu governo não podiam contar com a inexperiência dos portugueses em relação a questões comerciais. Segundo José Gonçalves Salvador, “os cristãos, entregues à agricultura, ao artesanato e a trabalhos marítimos, desprezam o ramo dos negócios; aliás, em sintonia com a Igreja, a qual levantava barreiras às composições lucrativas”.[4]
Seguindo a ótica expansiva, fruto de seu tempo, Portugal viu no além-mar uma nova oportunidade de sucesso. Considerando os judeus como úteis à nação, Dom Manuel manteve-os em território lusitano e, deste modo, em pouco tempo os judeus detinham o monopólio sobre os contratos portugueses. Tamanho era o seu poderio que os Habsburgos foram capazes de obter o perdão para os judeus condenados pelos chefes da Igreja, através de grandes quantias. Em 1601, os judeus sefarditas obtiveram dois alvarás que lhes permitiam sair do Reino lusitano com as famílias e bens para qualquer parte. Auferiram, em seguida, direitos de monopólios da África, Ceuta, Tânger, Açores, Madeira, Barlavento e, obviamente, Brasil.
Junto de Pedro Álvares Cabral, estavam, além de vários outros cristãos-novos, o conhecido Gaspar da Gama. Segundo Arnold Wiznitzer,[4] a colonização brasileira é completamente judaica. Para ele, Dom Manuel resolveu “arrendar o Brasil a homens de negócios, que arriscariam o seu próprio dinheiro na colonização e exploração da nova terra. A primeira concessão foi obtida por um consórcio, ou associação de cristãos-novos, encabeçado por Fernão de Noronha”.[4]
O tabaco, que até então tinha uso terapêutico, transformou-se em fonte de renda dos judeus, que detinham o monopólio do fumo. Também a cana-de-açúcar foi monopolizada, conforme o historiador judeu:
Data de 1779 a mais antiga fonte de referência relativa do transporte de cana-de-açúcar pelos judeus para terras do Brasil. Dom Antônio de Capmany de Montpalau, membro da Academia Real de História e Letras de Sevilha, escrevia a respeito do açúcar: Este último produto, originário da Ásia, só era usado como remédio até a época de sua introdução e cultivo na América, para onde o levaram, em 1549, da Ilha da Madeira, alguns judeus provindos de Portugal.[4]

Em relação a importação do tabaco. Para que se suprisse o trabalho realizado junto a tal matéria prima, judeus estiveram envolvidos na importação da mão-de-obra escrava. Ora! Se os hebreus portugueses haviam dominado os arrendamentos nas últimas centúrias, que razão teriam para se desinteressar dos alusivos ao tráfico de escravos? Nenhuma! Acrescente-se, por fim, que o comércio do açúcar corria por suas mãos em grande parte. Mas, sem escravos, como se fariam canaviais ou trabalhariam os engenhos? Quanto maior fosse a conjugação de ambos, maior soma haveria de negócios e maiores os lucros. Os sefardins, por conseguinte, aliaram-se ao tráfico negreiro e o monopolizaram durante o ciclo do açúcar brasileiro, conjugando-o com a mineração hispano-americana (…). Em última análise: o escravismo era um negócio de natureza capitalista, ao alcance da burguesia sefardita”.[4]
Além das ocupações descritas acima, também os apelidados como cristãos-novos tornaram-se líderes no campo da arrecadação de impostos. Deste modo – e não por questões puramente religiosas – foram capazes de despertar hostilidades, como durante o ano de 1641, “pois não é provável o contribuinte gostar muito do cobrador, especialmente se o mesmo é estrangeiro no país, e além disso, de uma fé diferente”.[4]
Além da importante posição que ocupavam na indústria açucareira e na arrecadação de impostos, dominavam o tráfico de escravos. De 1636 a 1645, um total de 23.163 escravos negros chegou da África, e foi vendido no Brasil, em leilões públicos, contra pagamento em dinheiro. Acontecia que esse dinheiro estava em sua maior parte nas mãos dos judeus. Os compradores que compareciam aos leilões eram principalmente judeus, e em virtude da falta de concorrência podiam comprar escravos a baixo preço (…). Havia lucros para mais de 300% ao valor da compra e altas taxas de juros. Se acontecia a data do leilão recair em dia santo judeu, o leilão era adiado”.
Líderes pan-africanos como Kwame Ture, Louis Farrakhan e mesmo Malcolm X estavam conscientes de que havia algo de muito estranho na relação entre o tráfico negreiro e o judaísmo internacional – coisa aparentemente pouco manifestada no Brasil.
Quando notarmos figurões sionistas a fazer uso da chutzpe, comparando suas trajetórias de vida a dos mesmos escravos de cor ou mesmo a financiar alguns de seus grupos, incentivando-os a exigir indenizações da massa euro-descendente que fora escrava sua por igual, deveremos simplesmente perguntar-lhes: “Mas não foram justamente vocês os maiores arrendatários do tráfico negreiro? Afinal, quem vocês são: escravos ou senhores?”.[4]

Para leitura

  • SALVADOR, José Gonçalves. Os magnatas do tráfico negreiro. Pioneira/EDUSP. São Paulo, 1981.
  • WIZNITZER, Arnold. Os judeus no Brasil colonial. Livraria Pioneira Editora. São Paulo, 1960.
  • NARLOCH, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. Editora Leya. São Paulo, 2009.

sábado, 25 de julho de 2015

OS OLHOS SÃO INÚTEIS QUANDO A...


 

Cada um enxerga com os olhos que tem...A candeia do corpo são os olhos...Se os teus olhos forem bons todo o seu corpo será luz. Mas se seus olhos forem tisnados o seu corpo será tenebroso...se portanto, a luz que em ti há são trevas; quão grades trevas serão...mt-6,22,23..e refs
"Sua mente é o reflexo daquilo que vc vê, ouve e lê...se vc ocupa sua mente com coisas de cegos...vc será com certeza mais um cego!!"
João 9; 40;
Porventura nós
também somos cegos?
יהושע 41=yahshuah disse-lhes, Se fôsseis cegos, não teríeis pecado;
mas agora vós dizeis, Nos vemos; então vosso pecado
permanece.
Cuidado como ouvis, porque aquele que tem (conhecimento) mais lhe será dado. Porem, aquele que não tem, até o que "PARECE" ter lhe será tirado..Lucas 8,18 e refs..
porque...
A mesma nuvem que alumiava para os hebreus o caminho...
Escurecia o caminho para os egipcios!!!;;Exodo 14,19,20 erefs
ivonil ferreira de carvalho-jatay-goias-Brasil

A BIBLIA 1° LIVRO IMPRESSO..."""

A  BIBLIA  1° LIVRO IMPRESSO..."""


                                    Impressora  d e Gutemberg



Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg, ou simplesmente Johannes Gutenberg (Mogúnciaca. 1398 — 3 de fevereiro de 1468) foi um inventor e gráfico alemão. Sua invenção do tipo mecânico móvel para impressão começou a Revolução da Imprensa e é amplamente considerado o evento mais importante do período moderno.1 Teve um papel fundamental no desenvolvimento da RenascençaReforma e na Revolução Científica e lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e adisseminação da aprendizagem em massa.


Em 1450, já seguro de sua arte, Gutemberg se propõe a imprimir a Bíblia e consegue um empréstimo de 800 florins junto a dois negociantes, João Füst e Pedro Schaeffer. Os custos aumentam e Gutemberg pede mais dinheiro emprestado, oferecendo como garantia a penhora de sua própria oficina.  Em 1455, Füst executa o crédito; Gutemberg não tem como saldar a dívida; a Bíblia não estava pronta. A oficina cai mesmo em poder de Füst e Schaeffer que, finalmente, em 1456, imprimem a "Bíblia de 42 linhas", a primeira bíblia impressa e, por suas 642 páginas, o primeiro atestado da eficiência da tipografia. Sua tiragem foi de, aproximadamente, 200 exemplares, dos quais, incluídos os incompletos, cerca de 48 ainda sobrevivem, segundo informa o Museu Gutemberg de Mainz,,!!


(Wikipedia...)

Ivonil ferreira d  ecarvalho.

sábado, 18 de julho de 2015

CELULAS TRONCO

CELULAS   TRONCO



21 Então o soberano yahveh fez cair um sono pesado sobre adam, e este adormeceu; tomou-lhe então, uma das costelas , e fechou a carne em seu lugar; 22 e da costela que o soberano yahveh lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao adam. 23 Então disse ele: Esta é agora osso (substância) dos meus ossos , e carne da minha carne; ela será chamada ISHAH (varoa,) porquanto do ISHI (varão) foi tomada.”

O que são células tronco ou stem-cells?




Fascina os biólogos, desde a fundação da teoria celular, em 1839, pelo fisiologista alemão Theodor Schwann, a capacidade da vida de gerar um organismo adulto completo a partir de apenas uma célula. A pergunta formulada por Hans Spemann (1869-1941), em 1938, abriu o caminho e criou a obrigação de respostas consistentemente adequadas à qualidade da indagação científica: "o núcleo de uma célula totalmente diferenciada seria capaz de gerar um indivíduo adulto normal, se transplantado para um óvulo enucleado?".
No mundo inteiro estão espalhando os experimentos científicos com ovelhas, camundongos, bezerros, inclusive no Brasil, mostraram, a partir de 1996, ano da clonagem de Dolly, na Escócia, que a pergunta que reberberava no nosso tempo, era absolutamente correta, mas, também, que a resposta era boa e que o enigma da vida encontrava uma nova e instigante formulação.
Atualmente, as pesquisas com células-tronco adultas e embrionárias, além das questões controversas que abrem se abrem, do ponto de vista ético e do ponto de vista jurídico-legal, contribuindo enormemente para a efabulação intrincada das ficções sociais do mundo em que vivemos, trazem para esse mesmo mundo a esperança de promessas de novas terapias médicas num mundo tão corrompido e degenerado neste campo de doenças, epidemias, endemias acentuadas, e vão tornando cada vez mais realidade programas de manipulação genética e de bioengenharia, em busca das possíveis curas medicinais.
As células-tronco estão presentes desde a vida embrionária até a vida adulta, e provavelmente até nossa morte. São elas as responsáveis pela formação do embrião e também pela manutenção dos tecidos na vida adulta. No início da vida embrionária, as células-tronco são virtualmente totipotentes, ou seja, apresentam capacidade de gerar quaisquer tecidos do organismo. Contudo, após a formação do embrião propriamente dito, diversos tecidos mantêm células-tronco que participam da fisiologia normal (e da patologia também) na vida adulta.
Conceitualmente, as células-tronco apresentam duas características fundamentais: 1) auto-renovação ilimitada, por exemplo, a capacidade de multiplicar-se gerando células iguais à célula-original durante toda a vida, e; 2) pluripotência, como, por exemplo, a capacidade de gerar diferentes tipos celulares.
Apesar de existirem em baixa freqüência, seus números são suficientes para manter os tecidos que necessitam de renovação constante. Em alguns sistemas onde são bem caracterizadas, sua freqüência é estimada em 1 para cada 100.000 células totais daquele tecido. As células-tronco, à medida que se dividem, geram progenitores comprometidos, com uma capacidade de proliferação ainda mais limitada e um restrito potencial de diferenciação devido ao comprometimento com uma linhagem celular única. A partir deste ponto, esta célula já comprometida chamada precursor, já possui morfologia definida e seu potencial proliferativo é limitado ou mesmo nulo.

Esta é agora osso (substância) dos meus ossos ,
e carne da minha carne

Quando eu era jovem na minha primeira aula de Biologia lembro-me do meu professor dizendo o quanto era um absurdo alguém crer na possibilidade de um pedaço de osso formar um ser humano, isso ele estava se referindo quanto à passagem Gênesis 2:21-23: “21 Então o soberano yahveh fez cair um sono pesado sobre o ISHI (homem,) e este adormeceu; tomou-lhe então, uma das costelas , e fechou a carne em seu lugar; 22 e da costela que o soberano yahveh lhe tomara, formou ISHAH(mulher) e a trouxe ao homem-ISHI. 23 Então disse o homem: Esta é agora osso (substância) dos meus ossos , e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.” ; no entanto eu também não deixava de rir quanto ao assunto. Os anos se passaram e pela infinita misericórdia do  soberano yahveh Pai de Nosso salvador yahshuah hamashyah;  o soberano yahveh me recebeu em seus braços.
Hoje quando tenho a oportunidade de falar aos alunos começo sempre com uma pergunta: Vocês crêem na autenticidade arqueológica de manuscritos antigos? E eles respondem com um grande “Sim”! Então continuo: No momento qual é o assunto que a comunidade científica tem se maravilhado? Eles respondem: células-tronco! (madre). Hoje os cientistas de várias partes do mundo vangloriam-se dessa recém descoberta. No entanto quando olhamos para a palavra do soberano criador  yahveh, podemos encontrar algo maravilhoso no livro de Gênesis; quando o soberano yahveh como criador do homem toma uma parte de Adão e com essa parte forma Eva, Adão usa uma expressão se relacionando com Eva dizendo que ela é “ substancia ” da sua “ substância...

...depoimento de um medico biologo!

Ivonil ferreira de carvalho


sexta-feira, 17 de julho de 2015

MAGHEM-ESTRELA D E DAVI--UMA GRANDE IDOLATRIA...!!!

MAGHEM-ESTRELA D E DAVI--UMA GRANDE IDOLATRIA...!!!




AMÓSHTS 5:25.26.27 ;OFERECESTES -ME VÓS SACRIFÍCIOS E OBLAÇÕES NO DESERTO POR QUARENTA ANOS, Ó CASA DE YSRAEL ? 
ANTES LEVASTES Á TENDA DE SCHIKKÚTH[COISA REPUGNANTE ] VOSSO REI [MALKE’KARRÉM], E A KI’YÚN SUAS IMAGENS , A ESTRELA DO VOSSO ELOHA ,QUE FIZESTES PARA VÓS MESMOS.
PORTANTO VOS LEVAREI CATIVOSAtos 7;43 Antes tomastes o tabernáculo de Molech, E a estrela do vosso ídolo Reifã, Figuras que vós fizestes para as adorar...

A palavra magen significa escudo, broquel, defesa, governante, homem armado, escamas. O substantivo magen, refere-se a um objeto que proporciona cobertura e proteção ao corpo durante um combate.

No Hinduísmo, cada ângulo representa um deus da trindade: Brahma, Vishnu e Shiva, respectivamente, o Criador, Preservador e Destruidor.


estrela de Renfã é identificada como a marca de Cain e foi adorada pelos israelitas no deserto, a Concordância de Strong a identifica como Chiun (traduzido em português Quium):
Strong 4481 - Renfã = “por transliteração incorreta de uma palavra de origem hebraica de 3594; n pr m AV - Renfã 1; um Renfã = "o encolhido (como sem vida)" 1) o nome de um ídolo adorado secretamente pelos israelitas no deserto.”
(sem vida) "1) o nome de um ídolo adorado secretamente pelos israelitas no deserto.”
Strong 3594 - Kiyuwn {kee-yoon'} de 3559; n pr dei AV - Chiun 1; 1 Chiun = "Uma imagem" ou "um pilar" 1) provavelmente, uma estátua do deus assírio-babilônico do planeta Saturno e usado para simbolizar a apostasia israelita.

Ou seja, vemos que Chiun (Quium), Saturno e Cain são considerados o mesmo personagem:
"O deus do tempo foi Chium no Egito, ou Saturno ... e Chium é o mesmo que Cain." - Blavatsky, The Secret Doctrine (897:390)
N.B. Chium é uma forma diferente de escrever Chiun “...Chium, Chiun kiyyun, khiyun (Hebrew)...” - Theosophical Glossary (898)
“Chiun às vezes é chamado Kaiwan, ou soletrado Khiun, e significa estrela. A estrela de Saturno era um deus ... Sakkuth e Kaiwan ou Chiun são objetos de adoração idólatra e são deuses assírios. Em textos acádios ambos nomes significam o planeta ou estrela, Saturno.” (Graham, The Six-Pointed Star, pp. 28-29

segunda-feira, 13 de julho de 2015

AVRAHAM VIU YAHSHUAH NA ESTACA

E...Avraham=Abraão  vosso  pai  exultou  por  ver o  meu  dia, e  viu-o e alegrou; Yachonam=joão 8,56.  Shaul  Hashaliach=paulo  apostolo;  explicou  de  que maneira  profetica  Avraham  viu  o  dia  do sacrificio do  Mashiach  e alegrou.   Pela  fé  ofereceu Avraham  a  Yitz´chak  quando  foi  provado;sim  aquele  que  recebera  as  promessas  ofereceu  o  seu unigenito.  Sendo-lhe dito;em Yitz´chak  será  chamada  a  sua  descendencia,  e considerou  que Yahweh...era  poderoso  para  até  dos  mortos  o  ressuscitar;  e tambem  em  figura (do sacrificio  e ressurreição  do  mashiach) ele  o  recobrou;  Hebreus 11,17-19;  Bereshyt=Genesis 22,16-19.

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"Avraham, vendo Yahshuah crucificado=2.000  anos antes"

Alí  através  daquele  quadro  tremendamente  extraordinário;  Avraham  pode  ver  não  só  a  manifestação  de  Yahweh  o  grande  "EU  SOU"que  lhe  aparecera;  como  também  contemplar  a  morte   e  ressurreição  de  Yahshuah  hamashiach  a quase   dois  mil  anos  antes  que  tal  fato  acontecesse.


Ivonil Ferreira  de Carvalho

sábado, 11 de julho de 2015

YAHSHUAH O MESSIAS...!

YAHSHUAH  O MESSIAS...!

É muito interessante que Yahshuah previu que seríamos perseguidos e sofrem por Seu Nome (Lucas 21:12) , e que as pessoas iriam aceitar " outro " em seu próprio nome prontamente Yahshuah lhes disse:
" Eu vim em nome de meu Pai, e vós não me recebeis ; se outro vier em seu próprio nome , você vai recebê-lo. " João/ Yochanan 05:43
A ideia de explicar a origem da forma JESUS usando apenas o grego e o latim não consegue lidar com o fato de que o nome original é realmente hebraico , e carrega um significado nesse idioma. Ele não tem significado na forma JESUS , nem tem o som original preservado.
A importância do nome Yahshuah Ha Mashyah, em toda a Escritura inspirada é evidente.
A todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Yah. aos que creem no SEU NOME"!
“A doutrina se desenvolveu gradativamente através de vários séculos. E passando por muitas controvérsias; inicialmente por duas razões, a exigência do monoteísmo herdado do Tanakh=Velho Testamento, e a implicação pela necessidade de interpretar os ensinamentos da Bíblia para o paganismo greco-romano.” "Enciclopédia Britânica 1974-79-Vol-10-pg 126...
Assim o dedo do catolicismo romano cristão, esteve sempre presente nas traduções das Escrituras, para outras linguais. Ficando então as Escrituras sob o total domínio e influencia de Roma.
Vê o que a professora de Historia Antiga da USP, Maria Luiza Corassim disse na Revista Super-Interesante-Editora Abril...
"Do século II ao XV, as cópias dos livros sagrados estavam nos conventos. Eles agregavam o que queriam"
Os manuscritos mais antigos datam de aproximadamente do ano 400 era atual. E são cópias das cópias, escolhidas entre inúmeras pelos Bispos e padres católicos, reunidos em concilio.
Além de tendenciosa, a tradução da Bíblia nunca foi tarefa fácil.
Veja o que diz, a Comissão de Tradução Sociedade Bíblica do Brasil:
“Nenhuma tradução da Bíblia é perfeita. Os tradutores melhor que ninguém, conhece as dificuldades da tarefa que lhes foi entregue”. Natureza e Propósito da Bíblia na Linguagem de Hoje
Assim é um fato verídico, que o nome Jesus é falso. De fato o papa Leão X, privilegiando uma inverdade por causa de sua classe elevada, fez essa declaração surpreendente;
" Que lucro não nos trouxe essa fábula do nome Jesus Cristo"
Dessa forma, tendo compilado o que julgavam mais interessante e proveitoso em relação aos seus propósitos; Passaram a difundir pelo mundo afora suas ideias e crendices religiosas. Com isso, o conhecimento e a razão foram substituídos pelas fabulas dogmáticas da mãe Babilônia. Salienta-se, o prejuízo que o mundo tem sofrido com o rebaixamento mental, imposto com as crenças e superstições religiosas. Com que o verdadeiro conhecimento da verdade, sofre uma estagnação sensível.
A única classe beneficiada realmente com a religião, é a das próprias instituições. A lenda do nome de Jesus Cristo paraleliza próximo identicamente a história de jeseu Krishinah, mesmo em detalhe, como foi apresentado pelo mitólogo e erudito notável Gerald Massey à mais de 100 anos; Também pelo Rev, Robert Taylor a mais de 160 anos.
O pastor Fanini da Igreja batista fez a seguinte declaração " fico com Jesus que é Brasileiro" infelizmente o sr Fanini fez uma péssima escolha, já que não se tem noticias de um Salvador brasileiro!.
O nome correto é:
"Yahshuah" derivação de Yahweh,(Yarrueh) com o substantivo Shuah=Salvação.
“Yahshuah=Yahweh é salvação”!
È simples e prático para quem quer ver, e não inventar.
No capitulo 1,21 de mattytiahu=mateus onde o anjo relata o nome do salvador antes dele nascer.
Está assim no hebraico...
“vê karáta et shemou yahshuah ki hu yoshah et amô me aonoteiêm"
Testemunho da História
Nesse mesmo tempo apareceu Yahueh'Shua, que era um homem sábio, se todavia devemos considera-lo simplesmente como um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos Y'hudim, mas mesmo por muitos gentios. Ele era o Moshiach. Os mais ilustres da nossa nação acusaram-no perante Pilatos e ele o condenou-o á crucificação. Os que o haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os do O Caminho Antigo Teshuva-he Yisrael, que vemos ainda hoje, tiraram seu nome” – ( Flavius Josephus , História dos Y'hudim – CPAD, 2000, pp.418)
Portanto nome próprio não se traduz e nem se modifica, e sim, translitera-se, é diferente!
Todo estudioso sério de linguística sabe disso. O fato de alguns quererem adaptar e ou declinar nomes próprios não existe na linguística é falta de conhece-la.
Portanto não existe adaptação do nome Yahshuah, em nenhum sentido seja:
Nominativo=apelido, pseudônimo
Dativo= um lugar, um objeto
Genitivo=seria a ideia que se origina
Ele é uma pessoa e possui um nome próprio, Yahshuah!
O nome greco-romano Jesus não possui nenhuma ligação com o hebraico!
A Wikipedia A Enciclopedia Livre; Explica-nos, racionalmente a questão da letra J. È verdade que a letra J não existe no hebraico, grego e latym. Como então essa letra aparece em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados?
Porque todas as Bíblias trazem Jeremias Judá Jerusalém etc, se não existe a letra J no Alfabeto Yvrii=hebraico?.
O que aconteceu foi o seguinte, os gregos empenhados em traduzir as Escrituras Hebraicas (notem que as Escrituras-Tanakh, e Bryt hadashah, são mencionadas com sendo originalmente, hebraicas) para a sua língua grega (Septuaginta=Versão dos 70) não encontraram no idioma grego uma consoante que correspondesse ao YUD hebraico. E a solução foi recorrer a vogal grega IOTA, que corresponde ao nosso I. Então escreveram Ieremias, começando com I, e assim por diante, inclusive "Iesous" NO hebraico a letra YUD representa tanto a vogal I como a consoante Y. O mesmo acontece com o latym com as letras I e U. O emprego das letras J e V para representar I e U consonânticos, ocorreu na época do renascimento, foi difundido por Pierre de La Ramée, filósofo francês, reformador da lógica aristotélica, aderiu a reforma protestante em 1561. Foi morto no massacre que se seguiu a noite de S Bartolomeu em 08 de Agosto de 1572.Escreveu instituições dialéticas em 1543. A expressão "letra ramista" ficou sendo uma designação comum, dada às consoantes J e V, em homenagem a ele." Pesquisada em a Pequena Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda. Causa realmente estranheza essa mudança do nome do salvador hebreu "Yahshuah" para Jesus com J; sendo que como foi explicado, não existe a letra J no Alfabets Yvrii=hebraico. E todos sabemos que nome próprio não se traduz, é um crime chamado de "falsidade ideológica" e dá cadeia. Qualquer professor sério de lingüísticas sabe disso.

Veja o Alfabeto hebraico, não à correspondente para a letra J
ALFABETO HEBRAICO
NOME
FORMA
TRANSLITERAÇÃO
PRONÚNCIA


Aleph
א
'
muda (como h de "homem")
Bet
בּ
b
b
Gimel
גּ
g
sempre duro (como em "gato" ou "guerra")
Dalet
דּ
d
d
He
ה
h
h aspirado (como em inglês, "house")
Vav
ו
v
v
Zain
ז
z
z
Het
ח
h
h fortemente aspirado
Tet
ט
t
t enfático
Yod
י
y
i semivocálico (como em "Maio")
Kaph
כּ
k
k
Lamed
ל
l
l sempre consonantal
Mem
מ
m
m sempre consonantal
Nun
נ
n
n sempre consonantal
Samekh
ס
s
s
Ain
ע
`
praticamente muda (como 'aleph)
Pe
פּ
p
p
Tsade
צ
ts
junção de t e s numa só pronúncia
Qoph
ק
q
k enfático
Resh
ר
r
r sempre vibrante (como em espanhol)
Shin (ou Sin)
שׁ ( שׂ )
sh (ou s)
sh, ch ou x (ou s, como samekh)
Tav
תּ
t
De onde veio a palavra Cristo e Cristão, se as Escrituras hebraicas não a citam?
A palavra que deve ser usada é Messias (Mashyah)
Cristo é o termo usado em português para traduzir a palavra grega Χριστός (Khristós) que significa "Ungido". O termo grego, por sua vez, é uma tradução do termo hebraico מָשִׁיחַ (Māšîaḥ), transliterado para o português como Messias... A palavra geralmente é interpretada como o sobrenome de Jesus por causa das várias menções a "Jesus Cristo" na Bíblia... De La Torre, Miguel A., "The Quest for the Cuban Christ: A Historical Search," University Press of Florida, 2002.
Agora vamos ter algo inusitado e inesperado, muito interessante, no mesmo livro de I CRÔNICAS é registrado o nome de "Josué" em sua forma plena "YAHSHUAH" e também na forma curta"YESHUA" para um Kohen descendente de Arão.
Vejamos os textos:
"De quem foi filho Num, de quem foi filho YAHSHUAH. 1 Crônicas 7:27
"A nona a YESHUA, a décima a Secanias, 1 Crônicas 24:11 ---E AGORA???
Os Netzarim(NAZARENOS), que vem da raiz “Netzer”, que tem o significado de “RAMO” estão presentes na história desde os tempos antigos. Eles os Shlichim (Apóstolos) são simbolizados como “RAMO” nas ESCRITURAS.
Yeshayahu/Isaías 11:1“E dali sairá uma vara do tronco de Yishai, e um Netzer(ramo) que crescerá de Suas raízes....
Yeshayahu/Isaías 60 :21 “Teu povo será tzadik, eles herdarão a terra Le-olam-va-ed(para sempre), o Netzer de Meu plantio, a obra de minhas mãos, para que Eu venha ser exaltado.”
Yirmeyahu/Jeremias 31: 6 “Porquanto haverá um dia, que os chamados Netsarim(ramos) os que vigiam sobre o Monte de Efrayim, gritarão: Levantai-vos e subamos a Tzion, a YHWH nosso Elohim.”
Yochanan/João 15:5 (E o Mashiach confirmou sobre os NETZARIM) “Eu sou a Videira, vós sois os netsarim. Quem permanecer em Mim, e Eu nele, o mesmo dará muito fruto, pois sem Mim nada podeis fazer.”
Nunca houve Cristo e nem Cristãos nas Escrituras hebraicas:
"E quando ele o achou, trouxe-o consigo para Antioquia. E sucedeu que, por um ano completo se reuniram com a congregação de Yisrael, e ensinavam a muita gente. E os talmidim forma chamados Notsrim (nazarenos) pela primeira vez em Antioquia."
MAASEH SHLICHIM ATOS dos EMISSÁRIOS 11:26
"Pois temos achado este homem um companheiro pestilente, e um causador de sedição entre todos os Yahudim ao longo do olam, e o cabeça de motim da seita dos Notsrim"
(nazarenos) Atos 24:5
Extraído do livro “O TETRAGRAMA”
De Ivonil Ferreira de Carvalho
A importância do nome Yahusha Há Massiah, em toda a Escritura inspirada é evidente..
A todos quantos O receberam deu-lhe o poder de serem feitos filhos de Yah. aos que crêem no SEU NOME! Muitos vendo os sinais que Yahushua fazia creram no SEU NOME, quem nÊle crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado! Porquanto não creem no nome do Unigênito filho de Yahweh, João 1:12, 2:23, 3:18.
É pelo NOME DE YAHUSHUA HA MASSIAH que são curadas as nossas enfermidades. Atos 3:16 , 4:10
E que vós goim (gentios) esperaria no SEU NOME. Mateus 12:21
E Tiago o apóstolo confirmou que Yaweh, vive por gentios, para tomar deles um povo para o SEU NOME. Atos 15:14 O messias havia ordenado aos 12 apóstolos,... e em SEU NOME se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados em todas as nações. Lucas 24:47.

Ivonil Ferreira  de Carvalho...

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